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Mixue no Brasil: quando abre, estratégia da marca e impacto no mercado

Atualizado: há 9 horas

Ilustração de um boneco de neve com uma coroa, segurando uma taça de sorvete em um ambiente com luzes e decoração de festa.

A chegada da Mixue no Brasil está cada vez mais próxima e já movimenta o mercado de food service, franquias e tendências gastronômicas. A gigante chinesa, conhecida por seus sorvetes soft cremosos e bebidas geladas a preços populares, deve inaugurar sua primeira loja no país em março de 2026, em São Paulo — mesmo sem data oficial confirmada até o momento.


Mais do que uma simples nova sorveteria, a Mixue representa um novo modelo de consumo, baseado em escala, preço acessível e forte apelo visual. Não por acaso, a marca se tornou a maior rede de sorvetes e bebidas do mundo em número de lojas, superando gigantes como McDonald’s e Starbucks.


Mas o que explica esse sucesso? E, principalmente, o que a chegada da Mixue no Brasil pode mudar no mercado gastronômico nacional?



O que é a Mixue e por que ela virou um fenômeno global


A Mixue Ice Cream & Tea foi fundada em 1997, na China, e começou como uma pequena banca de sorvetes. Em pouco mais de duas décadas, a marca se transformou em um verdadeiro fenômeno global, com mais de 46 mil lojas espalhadas pelo mundo, principalmente na Ásia, mas também em expansão acelerada para Europa, Oceania e agora América Latina.


O crescimento da Mixue não está baseado em luxo ou exclusividade, mas sim em um modelo de negócios extremamente eficiente, que combina:

  • Produção em larga escala

  • Cardápio simples e replicável

  • Forte controle de custos

  • Preços muito abaixo da média do mercado


Esse posicionamento permitiu à marca conquistar um público amplo, jovem e altamente recorrente — um diferencial importante em mercados urbanos.


Por que a Mixue tem mais lojas que McDonald’s e Starbucks


Enquanto redes como Starbucks apostam em experiência premium e permanência no ponto de venda, a Mixue segue um caminho oposto: alto giro, consumo rápido e preço acessível.


Esse modelo facilita a abertura de novas unidades, reduz o investimento inicial dos franqueados e acelera a expansão territorial. O resultado é um crescimento agressivo, com presença massiva em cidades médias e grandes centros urbanos.


Além disso, o branding simples e carismático, com mascote facilmente reconhecível, ajuda a criar identificação imediata — especialmente entre jovens e consumidores conectados às redes sociais.



Mixue no Brasil: quando abre a primeira loja e onde será


A estreia da Mixue no Brasil está prevista para março de 2026, com a primeira unidade localizada no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista — um dos endereços mais estratégicos e movimentados do país.


Mesmo sem uma data oficial divulgada, o anúncio da chegada já indica que a marca está em fase avançada de preparação, incluindo adaptação operacional, logística e estrutura de fornecimento.


A escolha de São Paulo não é casual: trata-se do principal polo gastronômico do Brasil, com alta concentração de consumidores, turistas e formadores de opinião.


🇨🇳 Quem é a Mixue (e por que todo mundo fala dela)


A Mixue Ice Cream & Tea é uma rede chinesa fundada em 1997, que se transformou de uma pequena banca de sorvetes em uma das maiores redes de fast-food do planeta, com mais de 46 mil lojas espalhadas pelo mundo — mais do que gigantes como McDonald’s e Starbucks em número de unidades.


A proposta da marca é simples e irresistível: oferecer sorvetes soft cremosos, bubble tea colorido, chá gelado aromático e limonadas frutadas a preços competitivos — e com aquela sensação gelada que combina com um passeio no shopping ou um pé na calçada.


O plano da Mixue no Brasil e o investimento bilionário


A chegada da Mixue faz parte de um plano de expansão ambicioso, estimado em R$ 3,2 bilhões em investimentos até 2030, com a expectativa de gerar até 25 mil empregos no Brasil.


O país é visto pela marca como um mercado estratégico na América Latina, principalmente por três fatores:

  1. Forte cultura de consumo fora do lar

  2. Alta aceitação de sobremesas geladas

  3. Sensibilidade a preço, especialmente em grandes centros urbanos


Esse movimento coloca o Brasil no radar global da Mixue e reforça o interesse crescente de marcas asiáticas pelo mercado latino-americano.


O que os brasileiros podem provar primeiro


Embora o cardápio oficial da unidade brasileira ainda não tenha sido revelado, espera-se encontrar clássicos da marca como:

  • 🍦 Sorvete soft cremoso

  • 🧋 Bubble tea com toppings variados

  • 🍹 Chás gelados refrescantes

  • 🍋 Limonadas frutadas e smoothies tropicais


Combinados com aquele clima de descoberta e preços atraentes, é quase certeza de que serão sucesso entre foodies e curiosos.


Por que o mercado brasileiro está atento à Mixue


A atenção do mercado vai muito além da curiosidade gastronômica. Analistas do setor de food service apontam que o modelo da Mixue combina preço baixo, alto volume e forte apelo visual — uma equação que costuma funcionar bem em economias emergentes.


Além disso, o consumidor brasileiro tem demonstrado maior abertura a marcas internacionais, especialmente aquelas que oferecem experiência acessível, sem a barreira do preço premium.


A Mixue entra em um cenário onde o público busca:

  • Novidade

  • Valor percebido

  • Produtos “instagramáveis”

  • Consumo descomplicado



Mixue pode repetir no Brasil o sucesso global?


Apesar do otimismo, o sucesso da Mixue no Brasil não é automático. O mercado brasileiro apresenta desafios importantes, como:

  • Custos operacionais elevados

  • Complexidade tributária

  • Forte concorrência local


Por outro lado, a marca chega com vantagens claras: reconhecimento internacional, modelo validado e uma proposta alinhada ao atual comportamento do consumidor.


O maior desafio será equilibrar preço acessível com qualidade e adaptação cultural, algo que já se mostrou decisivo para outras marcas estrangeiras no país.


Mixue x Starbucks x sorveterias premium: modelos opostos


Enquanto Starbucks e sorveterias premium apostam em experiência prolongada, ticket médio alto e ambientação sofisticada, a Mixue opera com:

  • Preço baixo

  • Consumo rápido

  • Alta rotatividade

  • Forte presença urbana


Esses modelos não competem diretamente, mas atendem momentos de consumo diferentes — o que explica por que a Mixue pode coexistir com marcas premium sem necessariamente substituí-las.



O que os brasileiros podem provar primeiro na Mixue


Embora o cardápio oficial da unidade brasileira ainda não tenha sido divulgado, a expectativa é que cheguem ao país os principais clássicos da marca, como:

  • Sorvete soft cremoso

  • Bubble tea com toppings variados

  • Chás gelados aromáticos

  • Limonadas frutadas e smoothies


A combinação de preços acessíveis e forte apelo visual deve atrair tanto foodies quanto consumidores curiosos.


Conclusão


A chegada da Mixue no Brasil, prevista para março de 2026, representa mais do que a inauguração de uma nova rede de sorvetes. Trata-se de um movimento estratégico, que reflete mudanças no comportamento do consumidor, na dinâmica do mercado gastronômico e na expansão global de marcas asiáticas.


Se a Mixue conseguirá repetir no Brasil o sucesso observado em outros países ainda é uma pergunta em aberto — mas uma coisa é certa: sua entrada já provoca discussões, expectativas e movimenta todo o setor.

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