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- Pilão acaba de lançar uma nova ativação da campanha ‘Segundou’
Marca aposta em ações criativas para tornar as segundas-feiras mais leves, mantendo o café como protagonista da rotina do brasileiro A tradicional marca de café Pilão acaba de lançar uma nova ativação da campanha ‘Segundou’, que tem como objetivo transformar a percepção negativa das segundas-feiras em algo positivo, reconectando o público com um momento essencial da semana: o início. A ação reforça o posicionamento da marca como parte inseparável da rotina matinal dos brasileiros — especialmente naquele dia em que tudo parece mais difícil. Com bom humor, criatividade e foco na experiência do consumidor, a nova etapa da campanha ‘Segundou’ investe em ativações digitais e presenciais, unindo tecnologia, conteúdo e, claro, café quentinho para acolher o público logo no começo da semana. A força do café na cultura das segundas-feiras É inegável: o café é um dos maiores aliados do brasileiro para começar o dia com energia. E isso se intensifica nas segundas-feiras, dia marcado pelo retorno à rotina de trabalho e estudos. Com essa percepção cultural em mente, Pilão desenvolveu a campanha ‘Segundou’ como uma forma de se aproximar ainda mais do consumidor, oferecendo não apenas um produto, mas uma experiência de marca. Segundo pesquisa realizada pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), mais de 90% dos brasileiros consomem café diariamente. A maioria associa o primeiro café do dia com disposição, foco e preparo emocional para os desafios que vêm pela frente — elementos que casam perfeitamente com o objetivo da campanha ‘Segundou’. Nova ativação: cafés grátis, conteúdos e experiências urbanas Na nova ativação da campanha, que estreou nesta semana em São Paulo, a marca promoveu ações de impacto em pontos estratégicos da cidade, como estações de metrô, centros comerciais e parques. A ideia é clara: transformar o "peso" da segunda-feira em um momento de pausa, prazer e conexão por meio do café. Entre as iniciativas, destacam-se: Distribuição gratuita de cafés Pilão em carrinhos estilizados com o conceito da campanha; Parcerias com influenciadores e criadores de conteúdo, que compartilham suas rotinas de segunda com café Pilão; Instalações interativas com frases como “Segundou, mas com Pilão vai” e “Um gole de coragem para a semana”, que incentivam o público a postar nas redes sociais com a hashtag #SegundouComPilão; Playlist exclusiva no Spotify com músicas energizantes para começar bem a segunda-feira; Ativação no TikTok com desafios de humor e produtividade inspirados pelo mote da campanha. Segundo o time de marketing da marca, a ideia é que a campanha vá além da publicidade tradicional e se integre, de fato, à rotina das pessoas, oferecendo valor real logo no início da semana. Marketing de experiência: uma aposta certeira da Pilão O foco da Pilão em ativação de marca com base na experiência do consumidor segue uma tendência crescente no mercado: marcas que vão além da venda de produtos e se tornam parte da vida cotidiana de seu público. De acordo com especialistas em branding, ações como essa geram lembrança emocional, engajamento digital e, principalmente, fidelização. Ao criar uma campanha voltada para um sentimento universal (a famosa "preguiça da segunda-feira"), Pilão consegue entregar uma solução simbólica, prática e sensorial: o café como âncora de disposição. Além disso, ao investir em ações urbanas e digitais simultaneamente, a marca alcança tanto o público das ruas quanto o das redes sociais, ampliando sua presença de maneira orgânica e estratégica. A conexão emocional como diferencial de marca Para se destacar em um mercado tão competitivo quanto o de café no Brasil, é preciso ir além do sabor ou do preço. Pilão tem se posicionado de forma consistente com campanhas que exploram conexões emocionais com o consumidor — e a ‘Segundou’ é um exemplo claro disso. Transformar um dia "odiado" em um momento de conforto e acolhimento é um desafio que poucas marcas conseguem abordar com autenticidade. Mas Pilão entende que o café tem esse poder simbólico. A bebida aquece, acorda, prepara, acompanha. Ela está presente no silêncio da manhã, na correria do escritório ou no respiro da pausa. E é justamente essa presença que a marca quer reforçar com a nova fase da campanha. Pilão e o futuro do marketing sensorial no Brasil Com a campanha ‘Segundou’, Pilão também demonstra como as marcas podem usar marketing sensorial para criar experiências memoráveis. A ativação não se limita ao sabor do café: envolve aroma, som (com playlists e ambientações), tato (na experiência de pegar um café na rua) e, claro, o emocional. Além disso, a empresa sinaliza que novas ativações estão previstas para os próximos meses, com expansão para outras capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. “Nosso objetivo é continuar inovando na forma de conversar com o consumidor. Sabemos que segunda-feira não é fácil para ninguém, mas com Pilão, tudo pode começar melhor. Esse é o nosso convite: dar o primeiro gole da semana com mais leveza”, afirma Renata Bonfim, diretora de marketing da marca. Mais do que café, um companheiro da rotina A nova ativação da campanha ‘Segundou’ da Pilão é um exemplo de como marcas consolidadas podem se reinventar ao focar em empatia, presença real e conexão com o cotidiano do público. Apostando em experiências físicas e digitais, a marca reforça seu posicionamento como o café que acompanha o brasileiro nos momentos mais importantes da rotina . Ao transformar a segunda-feira — um símbolo de recomeço — em um momento acolhedor e energizante, Pilão mostra que não se trata apenas de vender café, mas de vender sentimento, hábito e identidade. E nesse novo cenário do marketing sensorial e experiencial, sair na frente com autenticidade pode ser o diferencial definitivo.
- Cinemark apresenta o novo sabor Pipoca Mais Fini Beijos: uma novidade que une cinema e afeto
A Cinemark acaba de lançar uma novidade que promete tornar a ida ao cinema ainda mais especial: a Pipoca Mais Fini Beijos . A tradicional pipoca ganha um toque diferente com os famosos doces em formato de coração da Fini , criando uma combinação que mistura o clássico com o inusitado. O lançamento faz parte de uma promoção por tempo limitado, válida em algumas unidades da rede. Quem for ao cinema poderá experimentar o novo sabor ao adquirir combos selecionados nas bombonieres. A proposta é simples: oferecer uma nova experiência no cinema , despertando a curiosidade de quem gosta de sair da rotina e experimentar algo diferente enquanto assiste ao filme. Uma parceria que aproxima marcas e pessoas Essa parceria entre Cinemark e Fini é um bom exemplo de como duas marcas consolidadas podem se unir para criar algo novo e relevante. A ideia não é apenas vender um produto, mas propor uma experiência mais próxima do público — e isso se reflete em todos os detalhes da campanha. Ao incluir um item como a Pipoca Mais Fini Beijos no cardápio, a Cinemark mostra que entende o valor da simplicidade bem pensada. Trata-se de uma escolha leve, divertida e acessível, que conversa com diferentes públicos — das famílias com crianças aos casais que querem um momento diferente no cinema. Uma estratégia que aposta na conexão Por trás da novidade, está uma estratégia de marketing criativo , focada em fortalecer o vínculo emocional com o público. Em vez de lançar grandes campanhas tradicionais, a marca aposta em ações pontuais, com produtos exclusivos e colaborações bem pensadas. Esse tipo de abordagem ganha força justamente por criar momentos de afeto e identificação com as pessoas — algo essencial para marcas que querem estar presentes no dia a dia de forma natural e relevante. Uma forma diferente de viver o cinema A proposta da Cinemark é clara: transformar o momento do filme em algo mais completo. A Pipoca Mais Fini Beijos não é apenas um sabor novo, mas uma forma diferente de olhar para um hábito comum. Pequenas mudanças como essa mostram como o cinema pode ser vivido com mais leveza, proximidade e afeto. Se você gosta de descobrir coisas novas, vale a pena aproveitar essa promoção e experimentar o sabor. A novidade está disponível por tempo limitado nas unidades participantes da rede. Pequenas mudanças, grande impacto Ao lançar a Pipoca Mais Fini Beijos, a Cinemark aposta em uma forma simples de enriquecer o ritual de ir ao cinema. A proposta vai ao encontro de reflexões que temos abordado no Mood Food, como o valor de ações que tragam conexão verdadeira com o público — você encontra essa abordagem em matérias como “O que faz uma experiência de marca ser memorável?” e “Tendências em marketing para 2025” . Aliás, nossa seção de Lançamentos & Tendências traz reflexões interessantes sobre colaborações entre marcas
- O que faz uma experiência de marca ser memorável?
Mais do que produto: o que faz uma marca ser inesquecível? Em um mercado saturado de estímulos visuais, slogans e campanhas, o que realmente faz uma marca permanecer na memória das pessoas? Não é apenas um logotipo bonito ou um produto de qualidade — embora esses elementos sejam importantes. O que realmente se destaca é a experiência que a marca proporciona. Mais do que consumir, queremos sentir. E é nesse território sensível — entre emoção e lembrança — que marcas verdadeiramente memoráveis constroem sua força. 1. Memória afetiva é mais poderosa que dados As pessoas não lembram exatamente do que você disse, mas lembram de como você as fez se sentir. Essa máxima é uma das bases do marketing de experiência. Marcas que conseguem criar momentos de afeto, surpresa ou identificação têm maior chance de se manterem relevantes no longo prazo. Um exemplo recente é a ação da Cinemark com a Pipoca Mais Fini Beijos . Ao unir um item clássico da bomboniere com um doce associado ao carinho e à diversão, a marca propôs algo além da venda: ofereceu um gesto de leveza em um ambiente que já carrega a expectativa de prazer. Simples, mas eficiente. Esse tipo de iniciativa mostra que a experiência de marca não precisa ser grandiosa — ela precisa ser verdadeira e bem conectada ao público. 2. Simplicidade bem executada é marcante Muitas vezes, acreditamos que só campanhas enormes causam impacto. No entanto, a combinação entre simplicidade e consistência é o que constrói experiências sólidas. A experiência da Pipoca Fini, por exemplo, é pontual e direta: um novo sabor por tempo limitado, pensado para o momento de lazer. Mas sua força está na relação emocional: o doce remete à infância, à leveza e ao carinho. Ao combinar isso com o hábito de ir ao cinema, cria-se um elo afetivo que toca as pessoas de forma sutil, porém memorável. 3. Coerência entre o que a marca faz e o que ela entrega Outra chave para uma experiência memorável é a coerência. Isso significa que tudo na marca precisa conversar entre si: o visual, o discurso, os produtos e os valores. Se uma marca se posiciona como divertida e criativa, suas ações precisam refletir isso na prática. A Cinemark e a Fini acertaram nesse ponto. Ambas têm uma linguagem jovem e acessível — e o produto lançado reforça essa mensagem com coerência. Isso cria uma sensação de autenticidade, essencial para que a experiência seja bem recebida. A coerência também pode ser percebida no site, nas redes sociais, no atendimento presencial e até no pós-venda. E quando essa harmonia existe, a experiência do consumidor se torna fluida, sem ruídos ou contradições — e, por isso, mais fácil de lembrar e recomendar. 4. Participação ativa do público Outro ponto importante: marcas memoráveis criam experiências que envolvem as pessoas ativamente. Hoje, os consumidores não querem apenas observar. Eles querem participar, opinar, remixar, compartilhar. Ao lançar uma pipoca com balas de coração, a Cinemark estimula o público a experimentar e compartilhar a novidade com os amigos ou nas redes sociais — é o tipo de ação que vira história para contar. Se você está pensando em criar uma ação de marca, considere perguntas como: Como posso envolver o cliente de forma criativa? O que tornaria essa ação digna de uma postagem no Instagram? Existe espaço para interação ou customização? Esses pontos ampliam o alcance e o impacto da experiência. 5. Experiências que se conectam com valores humanos Talvez o fator mais duradouro de uma boa experiência seja a conexão com valores humanos universais: afeto, liberdade, identidade, comunidade, prazer. Experiências que tocam esses pontos — mesmo de maneira sutil — são mais lembradas e valorizadas. No caso da Pipoca Mais Fini Beijos, o valor do afeto está presente. Há também uma dose de nostalgia (associada à infância) e um reforço do prazer cotidiano (cinema + doce = tempo para si). Esses valores têm o poder de transformar ações simples em marcas emocionais , que ultrapassam o produto e alcançam o coração do público. Como aplicar isso na sua marca? Se você tem um restaurante, uma loja ou está construindo sua identidade de marca, aqui vão algumas ideias: ✅ Aposte em parcerias criativas que façam sentido para seu público ✅ Ofereça micro experiências — desde um mimo inesperado até um sabor diferente ✅ Use o design, o conteúdo e o ambiente para comunicar seus valores de forma sensível ✅ Crie momentos que sejam compartilháveis, sem parecer forçado ✅ Esteja presente com consistência — não só no produto, mas em toda a jornada do cliente Você pode conferir mais sobre isso em nossa editoria Lançamentos & Tendências , onde analisamos exemplos reais de marcas que usam a experiência de forma inteligente e estratégica.
- Tendências de Consumo em 2025: o que é consumo consciente acessível e por que ele vai dominar o mercado
O ano de 2025 marca uma virada significativa nos hábitos de consumo dos brasileiros. Longe do discurso elitizado da sustentabilidade gourmetizada, uma nova mentalidade ganha força nas ruas, mercados e redes sociais: o consumo consciente acessível . Essa tendência não fala apenas sobre o que as pessoas estão comprando, mas sobre como e por que compram. E ela não envolve pagar caro por alimentos orgânicos, cosméticos naturais ou produtos com selos verdes. Pelo contrário: o consumo consciente acessível parte do princípio de que é possível fazer escolhas melhores, com propósito, dentro da realidade financeira de cada um . Neste artigo, a Mood Food mergulha nesse novo comportamento de consumo que promete moldar o mercado em 2025 e além. O que é consumo consciente acessível? Durante muito tempo, o discurso do consumo consciente foi associado a um estilo de vida quase inatingível para boa parte da população. Comprar de pequenos produtores, investir em marcas sustentáveis, escolher alimentos orgânicos e locais — tudo isso sempre foi incentivado, mas raramente viável para quem tem um orçamento apertado. O conceito de consumo consciente acessível vem para quebrar essa barreira . Ele reconhece que: A maioria da população brasileira vive com renda limitada ; O desejo por qualidade, propósito e saúde existe em todas as classes sociais; Não é necessário ser rico para fazer escolhas mais inteligentes e éticas. Em outras palavras, é possível ser um consumidor consciente sem precisar gastar mais — basta avaliar melhor as opções, apoiar marcas com valores compatíveis e evitar desperdícios . Por que essa tendência cresce agora? 1. Crise econômica e inflação dos alimentos A alta nos preços dos alimentos e a estagnação da renda fizeram com que muitos brasileiros repensassem suas escolhas. O consumidor de 2025 está mais estratégico, mais prático e mais racional. Produtos com rótulo bonito e preço alto perderam espaço para aqueles que entregam valor real, mesmo sem glamour. Leia também: Como economizar nas compras sem abrir mão da qualidade 2. Conexão com a realidade local Em vez de importar hábitos de consumo de países europeus, o brasileiro passou a valorizar soluções práticas e locais. Alimentos da estação, marcas da periferia, produtos feitos por pequenos empreendedores e alternativas caseiras voltaram à cena com força. 3. Redes sociais e influenciadores conscientes Cresceu o número de criadores de conteúdo que falam sobre consumo de forma realista, inclusiva e didática, desmistificando a ideia de que ser sustentável é só para quem tem dinheiro. Canais como o Comida do Amanhã e perfis como o @organicasincera vêm ajudando a democratizar o debate. Exemplos práticos de consumo consciente acessível Abaixo, listamos algumas práticas que estão se popularizando em 2025 e que mostram como o consumo consciente pode caber em qualquer bolso: 🍚 Comprar grãos a granel Comprar arroz, feijão, castanhas e outros grãos em mercados a granel permite escolher a quantidade exata, reduzir o uso de embalagens e pagar menos por quilo. Uma prática simples e econômica. 🛒 Valorizar marcas populares com responsabilidade Muitas marcas nacionais com preços acessíveis têm investido em logística reversa, redução de plástico e impacto social. Não é preciso pagar R$ 30 por um sabonete vegano se um produto acessível da farmácia faz um bom trabalho e tem certificações éticas. 🍠 Consumir alimentos da estação Alimentos da época são mais baratos, nutritivos e não exigem longas cadeias de transporte. Em 2025, há uma retomada dos sabores sazonais, com destaque para receitas simples e nutritivas. Veja nosso especial: Calendário de alimentos da estação 📱 Trocar, reutilizar, compartilhar A economia do compartilhamento está mais presente do que nunca. Plataformas de troca, brechós online, grupos de doação e aluguel de objetos crescem e ajudam a reduzir o consumo desnecessário sem abrir mão de conforto . O papel da indústria e das marcas As empresas que entenderem essa virada no comportamento do consumidor sairão na frente. As marcas que prosperam em 2025 são aquelas que: Oferecem transparência , com rótulos simples e preços justos; Investem em embalagens reutilizáveis ou recicláveis ; Estão presentes no varejo de bairro , nos mercadinhos e aplicativos de compra locais; Acolhem todas as classes sociais , sem elitizar seu discurso. Um bom exemplo é a marca de energéticos Baly , que superou a Red Bull em volume de vendas ao oferecer qualidade, preço acessível e comunicação com o público periférico. E o papel do consumidor? Em 2025, o consumidor está mais informado, conectado e responsável . Mas, acima de tudo, ele está mais consciente de suas próprias limitações e possibilidades . Não se trata de buscar a perfeição, mas sim de adotar pequenas atitudes consistentes, como: Reduzir o desperdício de alimentos em casa; Levar a própria sacola ao mercado; Preferir marcas locais quando possível; Pensar duas vezes antes de uma compra por impulso. Esses gestos, somados em milhões de pessoas, fazem uma grande diferença — para o planeta, para a economia e para a autoestima de quem consome com propósito. Como a Mood Food acompanha essa tendência? A Mood Food nasceu para contar histórias do universo da alimentação real — com afeto, consciência e diversidade. Sabemos que a comida é um reflexo direto da cultura, da renda, do cotidiano e da visão de mundo de cada pessoa. Por isso, nosso conteúdo é feito para conectar sabor e propósito, sem julgamento e com acolhimento. Seja no almoço simples da semana, no lanche da escola ou na escolha de um produto no mercado, acreditamos que é possível consumir melhor sem precisar gastar mais — e sem abrir mão do prazer de comer bem. Explore nossa editoria de Hábitos Alimentares e descubra como simplificar suas escolhas no dia a dia. Um consumo com os pés no chão e o coração na consciência Em vez de idealizar um consumo verde, caro e inacessível, 2025 nos apresenta uma nova mentalidade: a de que ser consciente é, acima de tudo, ser coerente com a própria realidade . O consumo consciente acessível é a resposta brasileira à crise, ao excesso e à elitização do bem-estar. Ele é prático, realista, criativo e empático. Ele reconhece que cada escolha importa — e que ninguém precisa ser perfeito para fazer parte da mudança. E você, já parou para pensar em como consome em 2025?
- Horchata Mexicana
Se você não conhece, a horchata provavelmente tem origem no Norte da África e na Espanha, embora tenha se popularizado na América Latina. Minha versão mexicana é feita deixando o arroz e as amêndoas de molho com canela antes de bater tudo no liquidificador com leite e adoçante. Como a receita é bem simples, há muito espaço para experimentar e personalizá-la. Mas primeiro, algumas dicas para deixá-la da melhor forma possível. Esta bebida com especiarias de canela e baunilha tem aparecido em todos os lugares, e por um bom motivo: é doce, com sabor de nozes e surpreendentemente refrescante. E também é fácil de fazer em casa. Ingredientes 1 xícara de arroz branco de grão longo 1/2 xícara de amêndoas laminadas (opcional) 2 paus de canela 3 xícaras de água (para a primeira etapa) 1 xícara de leite evaporado 1 xícara de leite integral 1 colher de chá de canela em pó 1 colher de chá de extrato de baunilha Uma pitada de sal 4 xícaras de água adicional Leite condensado a gosto (ou xarope simples ou agave para adoçar) Instruções Passo a Passo Lavar o Arroz: Enxágue o arroz em uma peneira de malha fina sob água corrente fria até que a água saia quase limpa (cerca de 15 segundos). Preparar a Mistura Base: Transfira o arroz para um liquidificador de alta potência. Adicione as amêndoas (se estiver usando), os paus de canela e 3 xícaras de água. Bata até que o arroz esteja quebrado, mas não completamente pastoso (cerca de 30 segundos). Deixar de Molho: Transfira a mistura para um recipiente hermético e leve à geladeira durante a noite. Bater Novamente: No dia seguinte, retorne a mistura ao liquidificador e bata até que o arroz e as amêndoas estejam bem triturados (cerca de 60 segundos). Coar a Mistura: Forre uma tigela grande com um pano de queijo (ou um pano de prato limpo). Coe a mistura através de uma peneira fina, pressionando os sólidos para extrair o máximo de líquido possível. Descarte os sólidos. Adicionar os Ingredientes Restantes: Ao líquido coado (leite de arroz), adicione o leite evaporado, o leite integral, a canela em pó, o extrato de baunilha, o sal e as 4 xícaras de água restantes. Misture bem. Adoçar a Gosto: Adicione leite condensado aos poucos, provando até atingir o nível de doçura desejado. Alternativamente, use xarope simples ou agave. Servir: Sirva a horchata em copos com gelo. Decore com um pau de canela e uma pitada de canela em pó, se desejar. Dicas Versão Vegana: Substitua o leite evaporado e o leite integral por leites vegetais, como leite de amêndoas ou aveia. Use xarope simples ou agave no lugar do leite condensado. Evitar Resíduos: Para uma horchata mais suave, coe a mistura através de um pano de queijo para remover sedimentos. Mais Cremosa: Triturar o arroz antes e depois de deixá-lo de molho ajuda a extrair mais sabor e resulta em uma horchata mais cremosa. Liquidificador Potente : Um liquidificador de alta potência garantirá uma textura mais fina e uma bebida mais espessa.
- Lindt dispara e Hershey tropeça: como o preço recorde do cacau está virando o jogo no mercado de chocolates
Enquanto marcas premium como a Lindt crescem mesmo com o cacau nas alturas, gigantes como Hershey e Barry Callebaut enfrentam queda nas ações, encolhimento nas margens e consumidores mais exigentes. Entenda a virada no setor. Auge e queda no mercado global de chocolate Nos últimos dois anos, o preço do cacau sofreu uma escalada histórica, tendo quadruplado entre 2023 e 2024 . Fatores climáticos como El Niño, doenças em plantações e estoques limitados em Gana e Costa do Marfim — responsáveis por cerca de 70 % da produção global — elevaram os preços a patamares recordes. Em 31 de janeiro, o cacau atingiu cerca de US$ 10,75/kg, o maior nível em 60 anos. Essa explosão de custo criou um choque no mercado. Marcas globais enfrentaram o dilema: repassar o custo ao consumidor ou cortar margens. É nesse contexto que vemos a Lindt & Sprüngli em ascensão, enquanto o efeito sobre a Hershey e a gigante de chocolates a granel Barry Callebaut revela fragilidades. Lindt: premium, poder de fixar preços e crescimento firme A estratégia da Lindt destaca-se por seu foco no segmento premium, com ênfase em qualidade, inovação de produto e fidelidade do consumidor. Alta expressiva nas ações Desde o início de 2024 até metade de 2025, as ações da Lindt subiram cerca de 28–29 %. A empresa vem adotando aumentos de preços em dois dígitos, mantendo estoques e margens mesmo com o aumento do cacau. Lançamentos de sucesso O lançamento do chamado chocolate “Dubai‑style”, bastante sofisticado, foi descrito como um “blockbuster”, segundo analistas do UBS. Com isso, a marca já aparece entre suas melhores estratégias de produto. Perspectiva para 2025 A Lindt já anunciou mais ajustes de preços em 2025, preparando-se para repassar parte da escalada global do cacau. Executivos afirmam que o consumo de chocolates premium tende a crescer, sustentando essa margem de manobra . A abordagem da Lindt se baseia no conceito "quantity to quality" , priorizando menos volume, mas com valor agregado. ( veja o que é o mercado premium e por que ele cresce) A experiência premium nas lojas da Lindt é um dos diferenciais que sustentam seu crescimento. Hershey (via Barry Callebaut): desafios e fragilidades 🏭 A Barry Callebaut como fornecedora A Barry Callebaut, principal fornecedora de chocolates a granel a empresas como a Hershey, registrou queda de cerca de 29–30 % em seu valor de mercado. As ações despencaram após: Redução no teor de cacau em produtos para compensar custos; Revisão para baixo das projeções de venda em abril; Aumento significativo de posições vendidas (23 % das ações alugadas). Analistas da Bloomberg identificam uma "tempestade perfeita": queda na demanda combinada com poder limitado de repassar preços ao cliente. 🍫 Impacto direto na Hershey A Hershey sofre com: Altos custos de matéria‑prima – o cacau elevado pressiona margens e fluxo de caixa. Tarifas e barreiras comerciais – a empresa estima custos adicionais entre US$ 20–100 milhões por trimestre, buscando isenção tarifária nos EUA . Adoção de shrinkflation – produtos com menos cacau e menor volume; alternativa que pode afetar percepção dos consumidores. Mercado mais sensível – nos EUA, o consumidor reage mais a aumentos do que na Europa, visto culturalmente como compra por impulso . Indicadores refletem esse cenário: Em 1T 2025, a receita da Hershey caiu ~26,6 % na divisão de confeitos . Projeções apontam para queda de 30–40 % no lucro por ação ajustado em 2025 . Ações da Hershey’s caíram cerca de 20% nos últimos meses, impactadas pelo custo do cacau. Panorama educacional: diferença entre mercados europeu e americano Essa divergência entre o desempenho de Lindt e Hershey reforça um contraste maior: a resistência europeia ao aumento de preços. Segundo o Wall Street Journal, o hábito europeu de consumir chocolate regularmente, com maior foco em qualidade, sustenta volumes mesmo com preços mais altos. Já o americano tende a comprar por impulso, sendo mais sensível a reajustes Comparativo: Regiões Perfil do Consumidor Sensibilidade ao Preço Europa Compra mensal, elevada fidelização Baixa EUA Compra ocasional, empresa impulsiva Alta Empresas com presença diversificada — como Mondelez — sofrem menos. A Hershey, fortemente concentrada no mercado norte-americano (87 % das vendas), enfrenta maior risco frente à inflação do cacau, principalmente diante de políticas tarifárias . Consumidores europeus mantêm o hábito de consumir chocolates de qualidade, mesmo com inflação. Respostas estratégicas: inovação e sustentabilidade 🌱 Sustentabilidade e cadeia de suprimentos A Hershey lançou o programa “Cocoa For Good”, investindo US$ 500 milhões em projetos de sustentabilidade e apoio a fazendeiros de cacau. A empresa busca diversificar origens e fortalecer a cadeia, mesmo enfrentando tarifas e custos elevados de insumos . 🧪 Tecnologia como caminho Lindt e outros, como Mondelez, planejam sobressubstituir componentes do cacau por alternativas sintéticas ou erguidas em laboratório — fermentação de precisão — o que pode mudar o jogo. Produtos à base de óleo de palma ou manteiga de karité, ou mesmo chocolate cultivado em laboratório, já estão em fase de testes e podem se tornar mais comuns se a pressão pelos custos continuar . Iniciativas como o Cocoa for Good tentam mitigar os impactos sociais e ambientais da indústria. Balanço: quem colhe os frutos — ou perde terreno? Lindt: sai como grande beneficiada da crise do cacau. Protegida por sua estratégia premium, conseguiu repassar os aumentos de preço, fortalecer sua marca e expandir seu market share. Com previsão de nova alta de preços em 2025 e produtos inovadores, o cenário é favorável. Barry Callebaut/Hershey: Sofrem pela incapacidade de repassar o custo, queda nos volumes e tarifas. Fórmulas como shrinkflation podem preservar margens, mas corroem valor percebido. A exposição ao mercado sensível americano agrava o problema. Mercado global: quem atua com presença mista — Europa, América Latina — está melhor posicionado. Já players atrapalhados pelo custo do cacau e barreiras comerciais enfrentam maior volatilidade a curto prazo. O que vem pela frente? Tendência de manutenção de altos preços: analistas acreditam que o cacau seguirá elevado nos próximos anos, com perspectiva de normalização apenas em 2027/2028 . Adaptação forçada do setor: via inovação — fermentação, substituição de ingredientes — e ajustes tarifários, ainda que regulatórios caminhem devagar. Diferenciação de perfil de consumo: estruturação sofisticada (premium) garante resiliência ante crises; o contrário empurra os consumidores para concorrentes ou rótulos de inferior custo. Monitoramento de políticas comerciais: tarifas ao cacau podem balançar os resultados; players negociam junto a governos para amenizar impactos. Sustentabilidade, tecnologia e sofisticação devem moldar o futuro da indústria do chocolate. Conclusão A disparada do preço do cacau expôs de maneira clara quem tem poder de fixação de preços, inovação e posicionamento premium — e quem está mais vulnerável. A Lindt aproveita essa crise para crescer ainda mais e ganhar confiança do mercado. Já a Hershey, através da Barry Callebaut, enfrenta um contexto adverso: queda de volumes, receita e patrimônio. No longo prazo, as movimentações sugerem um choque estrutural no mercado global de chocolate: Quem focar em produtos de qualidade e assumir o ônus do reajuste se sobressaí. Os que dependem de escala, altas quantidades e categorias econômicas, precisam reinventar estratégias — ou sofrerão ainda mais. Além disso, a transição para ingredientes alternativos ou sintéticos pode moldar o perfil do setor daqui para frente, especialmente se a volatilidade do cacau persistir. Para o consumidor, a pergunta que fica é: vale pagar mais por qualidade — ou vamos recorrer cada vez mais às versões econômicas? A resposta talvez resida mais na adaptabilidade das marcas do que no próprio chocolate. Fontes: https://www.wsj.com/business/retail/soaring-costs-expose-a-trans-atlantic-chocolate-divide-93e596cc?utm_source=chatgpt.com / https://www.reuters.com/breakingviews/fake-chocolate-is-sweeter-bet-than-plant-burgers-2025-03-28/?utm_source=chatgpt.com / https://www.reuters.com/business/retail-consumer/swiss-chocolate-maker-lindt-will-increase-prices-again-2025-2025-03-04/?utm_source=chatgpt.com
- Nestlé revoluciona embalagens com soro do leite: inovação sustentável que pode transformar a indústria
A criação do “Self-Packing Cheese” mostra como o reaproveitamento de resíduos pode levar a soluções ecológicas e eficientes para o futuro da alimentação. Uma solução criativa para um velho problema A Nestlé, em parceria com a Ogilvy Colômbia, apresentou uma inovação que une sustentabilidade e tecnologia: o Self-Packing Cheese, ou “queijo autoembalado”. Essa iniciativa transforma o soro do leite, um subproduto abundante da indústria de laticínios, em embalagens biodegradáveis para queijos. O projeto, desenvolvido no Impact Lab, laboratório de inovação da Ogilvy, representa um avanço significativo na busca por soluções mais sustentáveis para o setor alimentício. 🌱 Leia também em nossa editoria de Inovações Sustentáveis outras iniciativas que repensam o desperdício na cadeia alimentar. O que é o Self-Packing Cheese? O conceito do “queijo autoembalado” consiste em utilizar o soro do leite para produzir um biopolímero chamado PHA (polihidroxialcanoato) — material com aparência semelhante ao plástico convencional, mas que se decompõe naturalmente em até 300 dias. Essa abordagem visa reduzir a dependência de plásticos descartáveis , ainda comuns nas embalagens de queijos e outros laticínios. A aplicação foi testada com a linha de queijos ¡Qué Rico!, da Nestlé Panamá, com a meta de produzir 5.500 toneladas da nova embalagem . Segundo a empresa, o material atende aos padrões internacionais de segurança alimentar, garantindo conservação adequada e preservação do sabor — sem comprometer a experiência do consumidor. 🔗 Fonte da notícia original – BHB Food Transformar resíduo em valor: o ciclo da economia circular Além de oferecer uma alternativa ao plástico, o projeto reaproveita um subproduto que normalmente seria descartado ou destinado à produção de ração animal . O soro do leite, geralmente tratado como resíduo, ganha nova importância como matéria-prima de alto valor agregado . Essa proposta está alinhada com os princípios da economia circular , ao transformar desperdício em soluções inovadoras. Trata-se de uma mudança de paradigma na forma como pensamos a sustentabilidade na indústria alimentícia. Um convite à inovação em outros setores A ideia de criar um queijo que se embala com seu próprio resíduo é mais do que uma boa jogada de marketing — é um chamado para outras indústrias repensarem suas práticas. O projeto levanta uma questão importante: quais resíduos podem ser transformados em soluções inovadoras? O uso do soro do leite como embalagem mostra que inovação e sustentabilidade caminham juntas quando há vontade de repensar processos consolidados . Num momento em que cresce a pressão por alternativas ao plástico, soluções como a da Nestlé podem incentivar outras marcas a investirem em pesquisa e desenvolvimento com foco ecológico . O impacto de uma ação pioneira A expectativa é que o projeto inspire políticas públicas, novas pesquisas e investimentos em bioembalagens , tornando a prática mais acessível e aplicável em larga escala. Embora a produção de PHA ainda seja mais cara do que os plásticos tradicionais, soluções como essa tornam o caminho mais viável e atrativo a médio e longo prazo — especialmente com o avanço da tecnologia e o aumento da conscientização do consumidor. Empresas como a Nestlé assumem um papel fundamental ao testar e validar soluções que podem se tornar tendências globais em sustentabilidade . Um futuro onde o lixo vira solução O “Self-Packing Cheese” da Nestlé é mais do que uma curiosidade tecnológica. É um exemplo concreto de como a inovação pode nascer do que antes era considerado lixo. Esse tipo de iniciativa é especialmente relevante em tempos de crise climática e urgência por práticas mais responsáveis. Transformar resíduos em soluções pode ser o futuro da alimentação, e empresas dispostas a liderar essa transformação certamente sairão na frente. Para saber mais: 🌱 BHB Food – Notícia original ♻️ Nestlé cria embalagem resistente para substituir plástico – Época Negócios 📚 O que é PHA e como funciona – Bioplastics News 🧀 Como o soro do leite pode ser reaproveitado – Embrapa
- Baly supera Red Bull no mercado nacional de energético
O mercado de bebidas energéticas no Brasil vive um momento de transformação — e quem está liderando essa mudança é a marca Baly, que desbancou a tradicional Red Bull em volume de vendas no território nacional. A conquista representa mais do que uma vitória de mercado: sinaliza um novo comportamento de consumo dos brasileiros e a ascensão de marcas nacionais com forte apelo regional, preço competitivo e uma comunicação mais próxima do público jovem. Mas o que explica essa virada no jogo? Por que a Baly ganhou tanto espaço nos últimos anos? E como isso impacta o universo do consumo moderno, especialmente para quem acompanha tendências alimentares e hábitos de estilo de vida? A seguir, a Mood Food mergulha nesse cenário energético e analisa os bastidores dessa disputa acirrada. A escalada da Baly Criada no Brasil em 2002, a Baly Bebidas começou com uma atuação regional no Nordeste, mas foi ganhando capilaridade à medida que expandia seu portfólio, investia em distribuição estratégica e se conectava com públicos jovens por meio da música, esportes e cultura urbana. Em 2024, colheu os frutos desse trabalho: a marca superou a Red Bull em volume de vendas no Brasil , segundo dados da consultoria NielsenIQ. A ascensão da Baly é um exemplo claro de como marcas nacionais podem desafiar gigantes internacionais quando combinam preços mais acessíveis, campanhas certeiras e identidade local. Seu posicionamento se destaca por oferecer latas e garrafas com sabores variados, preços mais competitivos e uma estética pop colorida que conversa diretamente com o público das periferias, das festas e dos eventos culturais. 💡 Curiosidade: A Baly é uma das poucas marcas que oferece energético em garrafa PET, o que ajuda a reduzir o custo e ampliar o alcance para diferentes perfis de consumo. Red Bull: pioneira, mas em alerta A Red Bull, lançada na Áustria em 1987 e no Brasil em 1999, praticamente inventou a categoria de energéticos como conhecemos hoje. O famoso slogan “Red Bull te dá asas” se tornou um dos mais icônicos do mundo do marketing. E de fato, por muitos anos, a marca dominou o mercado nacional com folga. Contudo, a fórmula de sucesso da Red Bull passou a ser desafiada à medida que novas marcas surgiram com propostas mais democráticas e próximas dos hábitos brasileiros. Embora ainda seja uma referência de mercado e continue forte em ações globais e patrocínios esportivos, a Red Bull agora precisa lidar com a concorrência direta de marcas como Monster, TNT e, especialmente, Baly. Por que a Baly caiu no gosto dos brasileiros? Vários fatores explicam o crescimento da Baly — e muitos deles estão conectados a transformações que também vemos no mundo da gastronomia e dos hábitos alimentares contemporâneos: 1. Preço acessível A Baly consegue entregar um produto de boa qualidade com preço até 40% menor que o da Red Bull. Isso se tornou um diferencial especialmente importante em um momento de inflação dos alimentos e perda de poder de compra das classes C e D. 2. Distribuição inteligente A marca apostou em mercados populares, pequenos comércios de bairro, postos de gasolina e redes de atacarejo — ou seja, foi onde o povo está. Isso ampliou o alcance e tornou o produto extremamente acessível geograficamente. 3. Variedade de sabores Enquanto a Red Bull manteve uma linha mais limitada de sabores, a Baly inovou com versões como morango com kiwi, tropical, zero açúcar, blue ice e até energético com funk ostentação na embalagem. Essa diversidade agrada tanto consumidores que buscam novidades quanto aqueles que querem fugir do sabor tradicional. 4. Conexão cultural A Baly patrocina eventos de música urbana, festas regionais, influenciadores periféricos e artistas emergentes — criando uma identificação real com o público jovem e urbano. Essa estratégia é similar à que marcas como Guaraná Jesus e Tubaína usaram em suas respectivas regiões. O que isso revela sobre o consumidor brasileiro? O crescimento da Baly mostra que o consumidor brasileiro está mais pragmático, conectado e sensível ao valor percebido de uma marca. Mais do que status, busca-se uma experiência autêntica, saborosa, acessível e alinhada aos códigos culturais locais. Na editoria de Tendências de Consumo, já falamos sobre o conceito de “consumo consciente acessível” — que não significa, necessariamente, pagar mais caro por produtos sustentáveis ou gourmetizados, mas sim fazer escolhas práticas e com propósito , dentro da realidade financeira de cada um. Baly x Red Bull: os números da disputa Segundo levantamento da NielsenIQ divulgado em abril de 2025, os números apontam que: A Baly teve um crescimento de 37% no volume de vendas em relação ao ano anterior. A Red Bull, por outro lado, apresentou um crescimento mais modesto, na casa dos 7%. Em volume absoluto , a Baly passou a ocupar o primeiro lugar no ranking nacional de vendas em pontos de distribuição como supermercados, atacarejos e lojas de conveniência. Esses números ainda não indicam uma liderança em valor de faturamento — a Red Bull continua à frente nesse critério por conta do preço médio mais alto —, mas mostram que a disputa está longe de terminar. 📊 Para mais análises de mercado, veja nosso artigo: “5 tendências de bebidas não alcoólicas que vão dominar o Brasil em 2025”. O que esperar para os próximos anos? A batalha entre Baly e Red Bull promete se intensificar. De um lado, a Red Bull deve investir mais em inovação, sabores novos e promoções regionais. De outro, a Baly tende a ampliar sua presença nas grandes capitais do Sudeste, consolidando sua imagem como “o energético do povo”. Além disso, novos players vêm surgindo com propostas ainda mais segmentadas, como energéticos naturais, orgânicos ou com fórmulas funcionais — com ingredientes como guaraná, chá verde e cúrcuma. Conclusão: mais do que energia, uma questão de identidade A virada da Baly sobre a Red Bull não é apenas uma história de marketing bem-feito. É um reflexo direto de como os hábitos de consumo estão se nacionalizando, se popularizando e se conectando às raízes culturais do Brasil . A vitória da Baly representa um novo olhar para o consumo popular, para os sabores diversos e para a força das marcas que sabem conversar com o Brasil real. Na Mood Food, acreditamos que alimentar-se vai muito além do prato — envolve escolhas, identidade, pertencimento e histórias que merecem ser contadas. E essa história energética ainda está só começando. 🌟 Quer saber mais sobre marcas nacionais que estão conquistando o Brasil? Confira nosso especial: “Do bairro para o Brasil: 7 marcas alimentícias que ganharam o coração dos brasileiros”
- Comida que Abraça: como as marcas podem se conectar emocionalmente com o consumidor?
Em um mercado saturado por opções, sabores e promessas, o que realmente faz um consumidor escolher uma marca em vez de outra? Mais do que preço, conveniência ou até mesmo qualidade, há algo mais profundo em jogo: a conexão emocional. E no universo da alimentação, essa conexão pode ser ainda mais poderosa. Afinal, comida é afeto, memória, pertencimento. Quando bem trabalhada, a comunicação de uma marca pode transformar um simples produto em uma experiência acolhedora — quase como um abraço. Mas como fazer isso de forma estratégica e autêntica? O que significa “comida que abraça”? A expressão “comida que abraça” tem se popularizado como uma metáfora para descrever alimentos e experiências gastronômicas que despertam conforto emocional. Ela remete ao conceito de comfort food, expressão americana que designa comidas que trazem conforto psicológico, geralmente associadas à infância, à família ou a momentos de segurança emocional. Esse tipo de comida não precisa ser gourmet ou elaborada — às vezes é um prato simples como arroz com feijão, um pão na chapa com café ou um brigadeiro feito em casa. O que importa não é a complexidade do prato, mas a carga afetiva que ele carrega. Para as marcas, entender esse fenômeno é o primeiro passo para criar narrativas mais próximas, humanas e memoráveis. A neurociência por trás do afeto na alimentação Diversos estudos mostram que alimentos ativam regiões do cérebro ligadas à recompensa e ao prazer, como o sistema límbico. Quando o ato de comer é associado a boas lembranças, como um jantar de domingo com a avó ou uma receita típica das festas de fim de ano, essas emoções se tornam ancoradas ao produto consumido. Isso é chamado de memória afetiva. A publicidade emocional trabalha justamente com esse tipo de memória. Marcas que exploram esses gatilhos emocionais — de forma ética e autêntica — conseguem criar brand love (amor à marca), fidelizando consumidores por razões muito mais profundas do que o valor nutricional ou o preço. Comercial da Barilla para promover a massa sem glúten Barilla e o poder da comida que abraça Um exemplo recente e sensível de como uma marca pode se conectar emocionalmente com o consumidor através do universo da comfort food é a campanha da Barilla para o lançamento da sua massa sem glúten. Com o slogan “Esse comercial não contém glúten” , a marca aposta em um jogo de palavras inteligente para comunicar a novidade de forma leve e afetiva. A frase, direta e bem-humorada, surge sobre a imagem de uma refeição entre amigos, em um ambiente acolhedor, quente e familiar — evocando o tipo de momento que nos faz sentir abraçados por dentro. A escolha estética da campanha reforça o conceito “Comida que abraça”, um posicionamento que transcende ingredientes e valoriza o afeto, a inclusão e o prazer de estar à mesa. Ao mostrar diversidade, sorrisos genuínos e um clima de intimidade, a Barilla transforma a ausência de glúten não em uma limitação, mas em um gesto de cuidado. Nesse contexto, a marca consegue comunicar seu propósito com profundidade emocional, usando a linguagem universal da comida como um elo entre pessoas diferentes, com necessidades distintas, mas que compartilham o mesmo desejo: sentir-se bem. Mais do que um produto, a campanha entrega uma experiência emocional, provando que a verdadeira comfort food está menos no que se come e mais no que se sente. Storytelling: o poder das histórias verdadeiras Uma das ferramentas mais eficazes para criar essa conexão é o storytelling, ou seja, contar histórias. Mas não qualquer história: é preciso que elas sejam verdadeiras, comoventes e coerentes com a identidade da marca. Em vez de vender um produto, marcas que “abraçam” contam histórias sobre quem produziu aquele alimento, a origem dos ingredientes, ou sobre os momentos em que aquele prato faz parte da vida das pessoas. Um exemplo clássico é a campanha "Todo mundo tem um Nescau" — em que a marca deixa de focar apenas no achocolatado e passa a associá-lo aos momentos da infância, às brincadeiras e ao carinho dos pais. Não se trata apenas de vender Nescau, mas de vender uma sensação de acolhimento. Design emocional: a experiência começa antes da primeira mordida A embalagem, o nome do produto, o ambiente da loja, o cardápio, a paleta de cores nas redes sociais… tudo comunica. E tudo pode ser usado para reforçar a ideia de acolhimento. O design emocional é uma abordagem que entende o visual e a experiência do usuário como pontos de contato com os sentimentos do consumidor. Por exemplo: uma marca que aposta em produtos caseiros pode optar por rótulos com ilustrações manuais, tipografia manuscrita e textos que remetem à cozinha da vovó. Já um restaurante com proposta nostálgica pode usar elementos como toalhas de mesa quadriculadas, móveis retrô e músicas antigas. Esses pequenos detalhes ajudam a criar uma experiência sensorial e emocional completa, que começa antes do cliente provar a comida e continua mesmo depois que a refeição termina. Marketing sensorial: explorando os 5 sentidos Além da visão e do paladar, marcas que querem provocar emoções devem considerar os outros sentidos. Isso se chama marketing sensorial — uma abordagem estratégica que busca envolver os consumidores por meio de estímulos táteis, auditivos e olfativos, além dos visuais e gustativos. Exemplos: Olfato: algumas cafeterias liberam propositalmente o aroma do café moído na entrada da loja para atrair clientes. Audição: restaurantes que tocam música ambiente suave estimulam o relaxamento e o tempo de permanência. Tato: embalagens com texturas agradáveis transmitem cuidado e aconchego. Esse tipo de estímulo fortalece o vínculo emocional, pois ativa múltiplas áreas cerebrais ao mesmo tempo, tornando a experiência mais marcante. O papel do branding humanizado Hoje, marcas precisam ser mais humanas. Isso significa adotar uma comunicação empática, acessível e autêntica. Uma marca de comida que se conecta emocionalmente é aquela que entende as dores, desejos e realidades do seu público. Mais do que vender, ela cuida. O branding humanizado envolve ações como: Usar uma linguagem próxima e coloquial nas redes sociais. Mostrar os bastidores da produção e os rostos por trás da empresa. Valorizar a cultura local e as tradições alimentares. Estimular conversas reais com a comunidade. O fenômeno da nostalgia: passado como ferramenta de marketing A nostalgia é um gatilho emocional poderoso. No mundo da alimentação, isso se traduz em receitas de infância, doces de vó, sabores “de antigamente”. Muitas marcas vêm usando esse sentimento como uma ponte para construir conexão. A volta de embalagens antigas, slogans clássicos ou sabores que marcaram época são estratégias que remetem à chamada retrobranding — uso do passado como ativo estratégico para se destacar no presente. A Lacta, por exemplo, lançou versões comemorativas com identidade visual dos anos 1980, gerando engajamento e vendas ao acionar a memória afetiva de adultos que cresceram com a marca. Quando a experiência vira propósito Cada vez mais, consumidores valorizam marcas com propósito — ou seja, que sabem por que existem além do lucro. E quando esse propósito está alinhado com o bem-estar, o afeto e a comida de verdade, a conexão é natural. Marcas como Raízes do Campo, que trabalham com produtos agroecológicos e valorizam pequenos produtores, ou iniciativas como o restaurante Banzeiro, que promove ingredientes e saberes da Amazônia, não estão apenas vendendo comida: estão nutrindo histórias, pessoas e territórios. O consumidor contemporâneo quer sentir que está fazendo parte de algo maior. E quando uma marca oferece isso com sinceridade, ela se torna mais do que uma escolha — ela vira uma extensão da identidade do cliente. Como aplicar isso na prática? Para que marcas do setor alimentício consigam criar esse tipo de conexão emocional com seus consumidores, é importante seguir algumas diretrizes: Conheça seu público a fundo: entenda suas dores, sonhos, memórias e referências. Faça pesquisas qualitativas e escute com empatia. Construa um posicionamento emocional claro: o que você quer que as pessoas sintam quando consomem seu produto? Invista em storytelling: conte histórias reais, com começo, meio e fim. Humanize sua marca. Aposte na estética afetiva: design, linguagem e ambientes que geram acolhimento. Seja coerente em todos os canais: da embalagem ao Instagram, tudo deve reforçar a mesma emoção. Valorize o local e o cultural: comida é identidade. Quanto mais você mostrar suas raízes, mais autêntico será. Não tenha medo de ser sensível: marcas que tocam o coração são lembradas. No final das contas, comida que abraça é mais do que marketing — é um convite à sensibilidade, à memória e à construção de relações mais humanas. Marcas que entendem isso não apenas vendem mais: elas permanecem. Em um mundo acelerado e muitas vezes impessoal, oferecer afeto em forma de comida é uma poderosa estratégia de diferenciação, fidelização e relevância. Porque, no fundo, todos nós estamos em busca de uma boa refeição — e de um bom abraço.
- Isabela e Adria inovam com lámen zero fritura: tecnologia asiática traz mais saúde e sabor ao consumidor brasileiro
Com investimento de R$ 100 milhões, marcas da M. Dias Branco lançam macarrão instantâneo sem fritura e com 25% menos sódio, utilizando processo de ar quente similar ao de uma airfryer A M. Dias Branco, multinacional brasileira líder no setor de alimentos, apresenta uma inovação no portfólio de suas marcas Adria e Isabela: macarrão lámen zero fritura com teor reduzido de sódio. Ambas as marcas, reconhecidas no mercado de massas, lançam essa novidade simultaneamente, destacando-se pela tecnologia exclusiva importada da Ásia. O processo de produção do novo lámen utiliza uma técnica de pré-cozimento com ar quente, similar ao funcionamento de uma Air Fryer, eliminando a necessidade de fritura com gordura vegetal. Essa tecnologia, vendida com exclusividade para o Brasil, permite uma redução de 25% no teor de sódio no tempero em comparação às versões tradicionais fritas. Além disso, o tempo de preparo dos novos lámens é de apenas dois minutos, um minuto a menos que os convencionais, aumentando a praticidade. Foram necessários três anos de pesquisa e desenvolvimento para que as marcas chegassem à formulação atual. O objetivo principal era manter o sabor e a praticidade apreciados pelos consumidores, ao mesmo tempo em que se eliminava a fritura e se reduzia o teor de sódio. Lámen zero fritura: expansão de mercado A Adria, atuando nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, e a Isabela, presente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, iniciaram a substituição dos lámens tradicionais por esta nova linha zero fritura. Os novos produtos estão disponíveis em sabores variados, incluindo galinha, galinha caipira e carne, além de opções infantis como tomate, carne suave e galinha suave. “É comum que os consumidores não saibam que, durante a fabricação, o macarrão instantâneo passa por um processo de fritura, com adição de gordura vegetal. Só uma marca como Isabela poderia trazer um lámen diferente, com zero fritura, menos sódio e muito sabor para os consumidores da região Sul”, comenta Bruna Sanches, analista de marketing de Isabela. Inovação Segundo Luciana Ribeiro, Gerente de Categoria da M. Dias Branco, o segmento de lámens é um dos que mais cresce no Brasil devido à sua praticidade. “No entanto, nossas pesquisas mostraram que os consumidores estão preocupados com o que estão comendo e gostariam de uma opção de macarrão instantâneo sem fritura e com teor de sódio reduzido. Os novos lámens entregam tudo isso com muito sabor e revolucionam a categoria”, ressalta. O tempo de preparo do novo produto também ganha destaque: pronto em apenas 2 minutos, 1 minuto a menos do que o habitual. “Ganha-se ainda mais praticidade, um atributo importante para a categoria”, destaca Luciana. Jonas Piancó, Gerente de Marketing da Adria, ressalta que a mudança para uma linha zero fritura eleva o patamar de atuação da marca em massas instantâneas, aproximando-a ainda mais dos consumidores. “Adria é Top Of Mind Brasil (Datafolha) em massas por quatro anos consecutivos e foi eleita o melhor espaguete de São Paulo. Acreditamos que essas credenciais e todos os diferenciais do novo lámen vão impulsionar e elevar o patamar de atuação de Adria em Massas Instantâneas, aproximando ainda mais a marca de seus consumidores”, destaca Piancó.
- Meu Chuchuzinho de Mercado: Como o Pão de Açúcar Transformou o Hortifruti em Prova de Amor
Uma campanha inusitada que mostra que o romance pode, sim, estar na feira. O Dia dos Namorados é uma das datas mais exploradas pelo varejo brasileiro, marcado por campanhas que exaltam o romantismo e os clichês tradicionais. No entanto, em 2025, o Pão de Açúcar decidiu romper com o convencional e lançou uma campanha inusitada que transformou frutas e legumes em presentes românticos, destacando o chuchu como símbolo de afeto. Uma Campanha que Quebrou Paradigmas A ação, intitulada “Operação Seu Docinho de Coco”, ocorreu entre os dias 9 e 12 de junho em lojas premium do Pão de Açúcar, como Praça Panamericana, Oscar Freire, Real Parque e Ricardo Jafet em São Paulo, além da unidade Hípica Campinas. Durante esse período, oito produtos do setor de hortifruti receberam embalagens especiais com apelidos carinhosos: Chuchu → “Meu chuchuzinho” Laranja → “Minha metade da laranja” Morango → “Meu moranguinho” Coco → “Docinho de coco” Pão, uva, sonho e quindim também foram incluídos na ação. A ideia era simples, mas eficaz: utilizar expressões populares brasileiras para criar uma conexão emocional com os consumidores, transformando itens comuns em presentes afetivos e bem-humorados. Estratégia Criativa e Impacto Pedro Capellão, diretor de criação da agência PROS, responsável pela campanha, explicou que o objetivo era mostrar que é possível celebrar o amor com humor e criatividade. “Quisemos mostrar que dá para celebrar a data com humor. E se um chuchu ganhasse status de presente?”, afirmou Capellão. A campanha se destacou por: Utilizar expressões populares genuinamente brasileiras. Subverter a expectativa de presentes tradicionais. Criar uma experiência instagramável no ponto de venda. Gerar buzz pelo inusitado da proposta. Além disso, a escolha de limitar a ação às lojas físicas e não ao e-commerce sugere que o foco estava mais em gerar conteúdo e relações públicas do que em vendas diretas. Repercussão nas Redes Sociais A campanha rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, com consumidores compartilhando fotos das embalagens criativas e elogiando a iniciativa do Pão de Açúcar. A ação foi vista como uma forma divertida e autêntica de celebrar o amor, fugindo dos clichês habituais. Perfis como o @copyquepariu no Instagram destacaram a criatividade da campanha, afirmando que o Pão de Açúcar fez o que toda marca criativa deveria fazer: transformar produtos comuns em presentes afetivos no Dia dos Namorados .( instagram.com ) Comparativo com Campanhas Anteriores Em anos anteriores, o Pão de Açúcar já havia explorado o tema do amor de forma emocional. Em 2019, por exemplo, a rede lançou um minidocumentário sobre a história real de Danielle e Matheus, um casal com síndrome de Down, destacando a felicidade que vem dos encontros e das relações entre as pessoas . A campanha de 2025, no entanto, adotou uma abordagem mais leve e bem-humorada, mostrando a versatilidade da marca em explorar diferentes narrativas para celebrar o amor. Conclusão A campanha “Operação Seu Docinho de Coco” do Pão de Açúcar para o Dia dos Namorados de 2025 é um exemplo de como a criatividade e o bom humor podem ser ferramentas poderosas no marketing. Ao transformar frutas e legumes em presentes românticos, a marca não apenas se destacou em meio a campanhas tradicionais, mas também criou uma conexão emocional genuína com os consumidores. Em um mercado saturado de clichês, iniciativas como essa mostram que é possível inovar e surpreender, celebrando o amor de forma autêntica e divertida.
- Club Social Lança Sabores de Cebola Caramelizada e Pão de Alho!
Dois novos sabores ousados que prometem mudar sua percepção sobre o que um biscoito pode ser. A Evolução do Snack: O que Há Por Trás da Inovação da Club Social? Em um mercado cada vez mais competitivo e com consumidores em busca de experiências diferenciadas, a inovação se torna um pilar fundamental para qualquer marca que deseje se manter relevante. A Club Social, ciente dessa dinâmica, demonstra com esses lançamentos sua capacidade de ouvir o público e de se adaptar às novas tendências. Tradicionalmente conhecida por sua praticidade e versatilidade, a Club Social sempre foi sinônimo de um snack leve e que combina com diversos momentos do dia. No entanto, a busca por sabores mais complexos e sofisticados tem sido uma constante no universo dos alimentos. É nesse cenário que a aposta em Cebola Caramelizada e Pão de Alho se mostra estratégica. Cebola Caramelizada: O Doce e o Salgado em Perfeita Harmonia Quem diria que a cebola, um ingrediente tão presente na nossa culinária, poderia se transformar em um sabor tão intrigante para um biscoito? A cebola caramelizada, com seu adocicado sutil e notas levemente tostadas, é um clássico da gastronomia que agora ganha uma nova roupagem. A Club Social conseguiu capturar a essência desse preparo, entregando um snack que surpreende pela complexidade do sabor. A doçura da cebola, equilibrada com o toque salgado e a crocância característica do biscoito, cria uma experiência sensorial única. É um sabor que convida à degustação lenta, à descoberta de cada nuance, e que certamente vai agradar tanto os amantes do agridoce quanto aqueles que buscam algo diferente do usual. Pense em um lanche da tarde acompanhado de um queijo cremoso, ou até mesmo como um petisco para receber amigos. A Cebola Caramelizada da Club Social tem o potencial de elevar esses momentos a um novo patamar de sabor. Pão de Alho: O Sabor da Festa em Cada Mordida Ah, o pão de alho! Um clássico das churrasqueiras, sinônimo de festa, de alegria e de momentos compartilhados. A Club Social acertou em cheio ao transformar essa paixão nacional em um sabor de biscoito. O novo Club Social Pão de Alho promete trazer todo o aroma e o sabor característicos desse quitute amado pelos brasileiros. Aquele toque marcante do alho, a sutileza da manteiga e o sabor tostado que remete ao pão fresquinho, tudo isso em um biscoito crocante e prático para levar para qualquer lugar. Imagine a praticidade de ter o sabor do pão de alho sem a necessidade de preparo, ideal para um lanche rápido, para acompanhar um happy hour descontraído ou até mesmo para dar um toque especial a um patê. É um sabor que evoca memórias afetivas e que certamente será um sucesso entre os fãs do churrasco e da boa comida. Além dos Sabores: A Estratégia de Mercado da Club Social O lançamento desses dois novos sabores não é apenas uma questão de agradar o paladar dos consumidores. Ele reflete uma estratégia de mercado bem definida por parte da Club Social. Ampliação do Público-Alvo: Ao introduzir sabores mais sofisticados e complexos, a marca busca atrair um público que talvez não se sentisse tão representado pelos sabores mais tradicionais. Consumidores em busca de novidades e que valorizam experiências gastronômicas diferenciadas certamente serão seduzidos por essas opções. Rejuvenescimento da Marca: Inovar é essencial para manter uma marca jovem e relevante. Os novos sabores injetam frescor no portfólio da Club Social, mostrando que a marca está atenta às tendências e disposta a se reinventar. Fortalecimento da Posição no Mercado: Em um cenário de alta concorrência, o lançamento de produtos inovadores é uma forma de a Club Social reforçar sua liderança e se diferenciar da concorrência, mantendo-se na mente do consumidor como uma marca que oferece opções variadas e de qualidade. Estímulo ao Consumo em Novas Ocasiões: Enquanto os sabores clássicos da Club Social são ideais para o dia a dia, os novos sabores Cebola Caramelizada e Pão de Alho abrem portas para novas ocasiões de consumo, como reuniões com amigos, petiscos em festas ou até mesmo como um ingrediente criativo em receitas. Como Integrar os Novos Sabores ao Seu Dia a Dia? A versatilidade da Club Social é um de seus maiores trunfos, e com os novos sabores Cebola Caramelizada e Pão de Alho, as possibilidades se multiplicam. Cebola Caramelizada: Com Queijos: Combine com queijos cremosos como cream cheese, queijo brie ou até mesmo um queijo minas frescal. Em Saladas: Quebre alguns biscoitos sobre uma salada verde para adicionar crocância e um toque agridoce. Patês e Antepastos: Sirva com patês de frango, ricota com ervas ou um antepasto de berinjela. Inovando: Que tal usar como base para mini sanduíches abertos com um patê de fígado ou um rosbife fatiado fino? Pão de Alho: Com Molhos: Perfeito para acompanhar molhos à base de tomate, como um molho marinara, ou um molho de queijo. Em Sopas e Caldos: Adicione pedaços crocantes de Club Social Pão de Alho em sopas cremosas ou caldos para um toque especial. Com Churrasco: Sirva como acompanhamento de carnes grelhadas ou como petisco durante um churrasco. Lanche Rápido: Sozinho, é um lanche delicioso para matar a fome a qualquer hora. O Veredito Final: Vale a Pena Experimentar? A resposta é um retumbante sim! A Club Social mais uma vez mostra por que é uma das marcas mais queridas do Brasil. Os novos sabores Cebola Caramelizada e Pão de Alho são a prova de que é possível inovar e surpreender, mesmo em um mercado já consolidado. Esses lançamentos representam não apenas novos produtos, mas uma evolução no conceito de snack. Eles convidam o consumidor a uma experiência de sabor mais rica e complexa, elevando o patamar do que se espera de um biscoito. Então, da próxima vez que você estiver no supermercado, não hesite em procurar pelas embalagens dos novos Club Social Cebola Caramelizada e Pão de Alho. Prepare-se para uma jornada de sabores que vai despertar seus sentidos e, quem sabe, se tornar o seu novo snack favorito. A Club Social acertou em cheio, e os nossos lanches agradecem!












